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	<title>Saúde</title>
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			<title><![CDATA[Como cuidar de uma pessoa com mal de Alzheimer?]]></title>
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			    <media:description><![CDATA[Como cuidar de uma pessoa com mal de Alzheimer?]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ A maioria das pessoas que possui a doença do costuma viver presa no passado, já que não consegue se lembrar das coisas feitas recentemente e possui perda progressiva de células neurais. Coisas básicas como lembrar números de telefone, nomes de pessoas próximas e conversas mais atuais tornam-se extremamente difíceis e, em casos avançados, impossíveis. "As pessoas portadoras do são totalmente dependentes para atividades diárias, como gerenciar finanças, fazer compras, cozinhar, se vestir entre outras coisas", diz a geriatra e presidente da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia), Dra. Nezilour Lobato Rodrigues. O apoio dos familiares e de pessoas próximas é de extrema importância durante o tratamento, pois quando as pessoas que têm a doença começam a repetir várias vezes as mesmas histórias, é importante ter e prestar sempre atenção. "Não se deve contestar, nem interromper. Responda como se fosse a primeira vez, caso contrário pode causar irritação e piorar o estado dessa pessoa", aconselha a médica. A jornalista Giovanna Kiill, mora com sua avó, Tavina de Carvalho Kiill, que tem o mal de Alzheimer, e conta como é sua rotina: "A pessoa que tem essa doença precisa estar sempre ocupada. Quando minha avó fica sozinha, ela come compulsivamente, esconde doces no armário e esquece até de tomar banho. Por isso a agenda dela é bem lotada: hidroginástica para melhorar a coordenação, aulas de pintura para melhorar o funcionamento do e ler o máximo possível." O papel do é essencial para trazer maior qualidade de vida ao paciente, diz a geriatra: "Ele tem que observar as necessidades do paciente e auxiliar nas tarefas. Ajudas básicas como se medicar deve ter maior cuidado, pois qualquer remédio tomado errado aumenta o risco de agravar a doença." Giovanna procura estar sempre em contato com sua avó. "Converso diariamente com a minha avó e ela me reconhece. Tem algumas pessoas que ficam algum tempo sem ligar e ela já não se lembra", conta a jornalista. Para as pessoas que já têm da doença ou outros distúrbios de comportamento, o risco de desenvolver o problema também é muito alto. Segundo estudo realizado na Suécia, entre 65 pares de irmãos gêmeos, quando um deles apresentava a doença o outro tinha 65% de chance de ter também. "A pessoa com mal de Alzheimer apresenta declínio de funcionamento e desempenho", afirma a Dra Nezilour. Os fatores de risco podem ser divididos entre idade, histórico familiar, sexo, Síndrome de Down (muitos portadores da síndrome apresentam evidências neuropatológicas do após os 40 anos), apolipoproteína E (proteína que possui um papel importante na regulação dos níveis lipídicos e no reparo neuronal) e traumatismo craniano. A doença normalmente afeta pessoas acima dos 60 anos, em maioria, as mulheres. Nem sempre quem possui a doença começa com , há outros agravantes que devem ser reparados pela família: pessoas que têm dificuldades de realizar tarefas complexas, que são mais distraídas ou que têm dificuldade até mesmo para urinar devem ser acompanhadas de perto. Com o passar dos anos, o diagnóstico foi modificado de acordo com os sintomas apresentados pelos pacientes. A Dra. Nezilour explica: "Antigamente, apenas a perda de memória estava relacionada à doença, hoje em dia apresentando alterações cognitivas principalmente em memória, linguagem, habilidades e agitação já pode ser um grande indício do Alzheimer." Na fase mais avançada da doença, é possível ter delírios, ficar mais tempo deitado e sentado do que em pé, dificuldade para engolir alimentos (tendo que usar sonda enteral ou gastrostomia) e até mesmo podendo chegar à morte. É importante saber que não há nada que previna totalmente a doença, mas forçar a mente com novos conhecimentos e praticar ajudam como um fator protetor. "Não há cura para o Alzheimer, mas existem tratamentos que melhoram os sintomas retardando, assim, a perda da funcionalidade, preservando o tempo de vida", afirma a médica geriatra. Atualmente, o Sistema Único e Saúde (SUS) oferece medicamentos que retardam a progressão do e aumentam as substâncias no cérebro. Mal de Alzheimer Alimentos no combate as doenças Thaís Santos (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[Reposição hormonal]]></title>
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			    <media:description><![CDATA[Reposição hormonal]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ Entre os 45 e 55 anos em média a mulher começa a entrar na . Neste período ocorrem o fim dos ciclos menstruais e ovulatórios e a queda das taxas dos hormônios sexuais, sendo um deles o estradiol, produzido pelos folículos ovarianos. A partir daí a mulher começa a se queixar de ressecamento vaginal, queda da libido, fogachos (ondas de calor) e cansaço. São percebidas também alterações de humor, piora nos quadros de depressão e ansiedade. Para aliviar esses sintomas é possível recorrer à , orientada por um endocrinologista. O tratamento consiste na ingestão de medicamentos que ajudam na reposição do . "Os remédios ajudam a aliviar os sintomas, mas não interrompem o processo de menopausa", esclarece a Dra. Claudia Chang, endocrinologista e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. A aplicação do medicamento se dá por via transdérmica (gel ou adesivo) ou oral. A endocrinologista explica que há uma tendência atual de se dar preferência para a via transdérmica, uma vez que teria menores efeitos colaterais. As mulheres histerectomizadas (que retiraram o útero), além da reposição do estrógeno, devem fazer também a reposição de progesterona. Isso porque o estimulo com o estrogênio leva a um crescimento do endométrio, que precisa ser contrabalançado pela . Dra. Cláudia ressalta ainda que a diminuição na produção hormonal pode aumentar as chances de aparecimento de doenças cardiovasculares. "Além disso, mulheres que entraram na menopausa e iniciaram o uso de hormônio muito tardiamente (em média após 10 anos), tendem a ter um maior risco de infarto e derrame", diz. "Por isto, usamos o conceito atualmente de ‘janela terapêutica de oportunidade’, que seria a introdução da medicação nos primeiros cinco anos de ." Além de diminuir os sintomas mais comuns, a minimiza outros problemas típicos da menopausa, como mal estar, perda de memória e de massa óssea (osteoporose). Porém, causa efeitos colaterais. Entre eles estão aumento do endométrio (minimizado com uso da progesterona), aumento de triglicérides (apenas com a via oral de estrógeno), retenção de líquido e aumento da pressão arterial (mais comuns também com a via oral). Mas não são todas as pacientes que precisam de remédios. Os médicos recomendam o tratamento quando os sintomas interferem na qualidade de vida. As com reclamações leves podem usar medicações paliativas ou não tomar nada. Somente as que apresentam algum evento cardíaco ou isquêmico prévio - infarto ou derrame ou historia de câncer de mama - devem evitar o tratamento. No lugar do remédio a mulher pode optar por usar fitoterápico (isoflavona, um composto orgânico natural) e ingerir alimentos ricos em soja, fonte principal do medicamento. "A isoflavona ‘imitaria’ o numa escala menor de ação. Porém, as pacientes que tiverem contraindicação ao estrógeno também não devem fazer uso do derivado da soja", alerta a especialista. A verdade sobre a reposição hormonal Alimentação na menopausa Por Juliana Falcão (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[Óleo de chia]]></title>
			<link>http://maisequilibrio.terra.com.br/oleo-de-chia-5-1-4-536.html</link>
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			    <media:description><![CDATA[Óleo de chia]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ Depois da semente e da farinha, a pode ser encontrada na versão óleo. A planta originária do México é rica em ácidos graxos e foi usada durante séculos pelos astecas como alimento básico. O ingrediente também ganhou notoriedade no clima seco da América do Sul. Segundo a Dra. Joyce Rouvier, nutricionista do Zahra Spa & Estética, o contém altas quantidades de ômega 3, um anti-inflamatório que reduz as células gordurosas do corpo e auxilia na prevenção de doenças como diabetes, obesidade, intestinais, cardiovasculares etc. "A absorção do é melhor do que as versões em farinha e grão", orienta. Porém, não se deve abusar. "Consuma uma colher se sobremesa por dia. É preciso que haja um equilíbrio entre as gorduras que ingerimos". Você pode ingerir o em alguma refeição grande como almoço ou jantar, dê preferência às saladas. Se não usá-lo nas frituras os efeitos antioxidante e emagrecedor serão potencializados. "Por ser um óleo aumenta a sensação de saciedade", lembra Dr. Joyce. Pesquisas revelaram que a chia, também conhecida como Salvia hispânica, possui até três vezes mais ômega 3 do que a linhaça. Esse ácido graxo, além dos benefícios já citados pela nutricionista, também reduz os níveis de ruim e lubrifica todas as células do corpo. Os benefícios do amaranto Como incluir a semente de linhaça na sua alimentação Por Juliana Falcão (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[O perigo das carnes processadas]]></title>
			<link>http://maisequilibrio.terra.com.br/o-perigo-das-carnes-processadas-5-1-4-535.html</link>
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			    <media:description><![CDATA[O perigo das carnes processadas]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ Estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta o surgimento de 520 mil novos casos de câncer no biênio 2012-2013. E segundo informações divulgadas no Congresso Brasil Prevent 2012, evento que debate medidas de prevenção cardiovascular, 320 mil pessoas morrem em decorrência de anualmente no país. Esses números assustadores são temas constantes de pesquisas e estudos. O mais recente vem da Europa e foi publicado na revista "BMC Medicine". Ele concluiu que o consumo de aumenta o risco de mortalidade, especialmente por doenças cardiovasculares e câncer. Entende-se por alimentos processados o salame, linguiças, salsicha, hambúrguer, nuggets, presunto, entre outros. Foram examinados 448.568 indivíduos, com idades entre 35 e 69 anos. Os participantes foram acompanhados por 13 anos. Neste período aproximadamente uma pessoa em cada grupo de 17 faleceu, sendo que quase 10 mil faleceram de e 5,5 mil por doenças cardiovasculares. Segundo a Dra. Annie Bello, nutricionista do Instituto Nacional de Cardiologia, o primeiro estudo sobre o tema foi divulgado em 2010. "Ele associou o consumo de ao diabetes e às doenças cardiovasculares, por conta do alto conteúdo de sódio e nitrato presente nesses alimentos". Já neste estudo recente foi encontrado outro composto, o L carnitina, um agressor quando metabolizado no nosso intestino. Durante o Congresso da Socerj, que aconteceu entre os dias 03 e 06 de abril de 2013, Dra. Annie Bello apresentou o trabalho "Consumo de interfere na qualidade da dieta de indivíduos cardiopatas" e garante que é preciso ver com grande seriedade as pesquisas divulgadas sobre o tema. "Além das , os alimentos da classe dos ultraprocessados (pães, biscoitos, sucos industrializados, refrigerantes, alimentos prontos para o consumo e alimentos de padaria) também precisam ser restritos na alimentação pela alta densidade calórica e o perfil nutricional desfavorável", alerta. A especialista explica também que os estudos mostram que têm efeito maléfico quando seu consumo é superior a 100g. Portanto, em pequenas quantidades e em baixa frequência, pode fazer parte de um plano alimentar saudável. Mas o consumo dessas carnes deve ser exceção no hábito alimentar. "As e câncer integram o grupo das doenças crônicas e devem ser tratadas como tal, ou seja, não adianta evitar por uma semana o consumo desses alimentos processados e na outra semana voltar a consumir", diz Dra. Annie. "É preciso implantar bons hábitos alimentares e realizar modificação do estilo de vida, incluindo, além de boas práticas de alimentação, o exercício físico regular", completa. Uma forma de modificar a alimentação é fazer a devida substituição de itens processados e ultraprocessados por carnes frescas (vermelha, frango ou peixe e o ovo). "Se não der para abrir mão do , faça caseiro com carne moída. E os presuntos podem ser substituídos pelos queijos de baixo teor de gordura", sugere a nutricionista. Por Juliana Falcão (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[Exames ginecológicos preventivos para mulheres]]></title>
			<link>http://maisequilibrio.terra.com.br/exames-ginecologicos-preventivos-para-mulheres-5-1-4-534.html</link>
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			    <media:description><![CDATA[Exames ginecológicos preventivos para mulheres]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ As normalmente se preocupam mais com a saúde do que os homens. E por estarem cada vez mais independentes e antenadas, volta e meia fazem um bom check up para saber se está tudo em ordem. E na lista de exames entram os ginecológicos. Entre os mais importantes estão a ultrassonografia pélvica transvaginal, o e a mamografia bilateral (para as pacientes de no mínimo 40 anos de idade). Conforme enumera o Dr.Leopoldo Vieira, ginecologista, obstetra e mastologista do Hospital San Paolo, avaliação física realizada pelo profissional anualmente, autoexame das mamas mensalmente e exames clinico laboratoriais direcionados de acordo com idade também não podem ser esquecidos. Essas medidas evitam o surgimento de benignas e malignas. "A primeira visita da mulher ao ginecologista deve acontecer a partir do ano em que se tem o inicio dos ciclos menstruais, desde que não existam problemas antes disso. As visitas devem ser anuais", explica o especialista. Dr. Leopoldo diz que a ultrassonografia pélvica transvaginal deve ser feita a critério do ginecologista que acompanha a paciente, de preferência anualmente ou a cada dois anos, principalmente para as que utilizam anticoncepcionais. Ele serve para detectar doenças anatômicas, como , miomas uterino, abcessos tubários etc. O papanicolau é outro exame de grande importância, pois previne o . "Não existe idade para o primeiro exame. A mulher deve procurar um médico assim que iniciar sua vida sexual", esclarece o médico. O exame é rápido, não causa nenhum dano à paciente e deve ser feito todos os anos. Outro exame citado pelo Dr. Leopoldo é a bilateral. Ele geralmente é feito depois que a paciente completa 40 anos, mas pode ser solicitado antes pelo médico, caso haja alto risco para a paciente contrair doenças graves, como o câncer de mama. "Assim como o papanicolau, este exame deve ser feito anualmente", afirma. E por falar em mamas, o ginecologista tranquiliza as que sentem dores na região durante o período menstrual. "É normal. A mama é um dos órgãos femininos que mais sente a variação hormonal cíclica que a mulher sofre mensalmente". Mas alerta: "A dor se torna um problema quando causa incapacidade e sofrimento na paciente." Dr. Leopoldo enumerou as doenças que mais atingem as mulheres. Fique atenta:! corrimentos genitais, doenças sexualmente transmissíveis, distúrbios da menstruação, infecções do trato urinário, incontinência urinária, mastalgia e doenças fibrocísticas da mama. principalmente câncer de mama e colo uterino. Por Juliana Falcão (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[Quantas horas por dia você fica sentado?]]></title>
			<link>http://maisequilibrio.terra.com.br/quantas-horas-por-dia-voce-fica-sentado-5-1-4-533.html</link>
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			    <media:description><![CDATA[Quantas horas por dia você fica sentado?]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ Se você trabalha o dia inteiro , cuidado! Passar muito tempo nessa posição pode prejudicar a saúde. É possível que a dor não venha agora, mas pode aparecer em breve. Essa atitude provoca o aumento de índices de gordura corporal e a compressão de vasos linfáticos. "Também pode gerar dores na lombar e no trapézio", adiciona Marcelo Sant’Anna, profissional de educação física da Academia Smart Fit, destacando que as consequências mais sérias estão relacionadas à . Ainda segundo ele, mesmo fazendo , se a rotina exige que uma pessoa permaneça sentada por muitas horas, ela também pode ser acometida pelos problemas mencionados. Porém, nesse caso, há uma maior resistência corporal, o que reduz o sofrimento com os malefícios que venham a surgir. Para todos, são recomendados alongamento. Sant’Anna acrescenta que a postura correta é fundamental para quem passa horas sentado, como as e precisam ficar nessa posição por muito tempo. "Deve-se manter a coluna ereta, com as costas apoiadas e a lombar respeitando a curvatura da cadeira, e os ombros abertos e não curvados", ensina. Para evitar problemas mais sérios, é indicado levantar a cada 30 minutos para proporcionar um relaxamento muscular e, se possível, realizar um alongamento rápido, esticando as pernas. Pequenas caminhadas também podem ajudar, por exemplo, levantar para pegar água ao invés de deixar uma garrafa sobre a mesa e ir ao banheiro com frequência, que também pode evitar problemas na bexiga. São atitudes importantes para você se mexer um pouco e, assim, não passar oito horas direto na frente do computador, evitando prejudicar sua saúde. Então, nada de ficar parada! Marisa Walsick (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[Cuidado com as doenças do outono!]]></title>
			<link>http://maisequilibrio.terra.com.br/cuidado-com-as-doencas-do-outono-5-1-4-532.html</link>
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			    <media:description><![CDATA[Cuidado com as doenças do outono!]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ O acabou de chegar e com ele vem o frio e o ar seco. Nessa época do ano, é preciso ter cuidados especiais com algumas doenças, já que as características do clima propiciam seu surgimento e sua disseminação. As infecciosas são algumas delas, podendo ser transmitidas principalmente por . Esses micro-organismos entram no corpo, contagiando-o através de gotículas dispersas no ar e também pelo contato com superfícies contaminadas. "São doenças como , gripes, faringites, sinusites, pneumonias etc. Os olhos sofrem com conjuntivites e processos alérgicos são comuns, por exemplo, rinite. Se não bastasse, há também uma alteração comportamental no outono que piora o cenário. Com as temperaturas mais baixas, as pessoas tendem a buscar lugares fechados, onde há aglomerações. Isso predispõe a disseminação de patógenos pelo ar e por superfícies", conta o Dr. César Maurício da Silva, coordenador do Pronto Socorro Adulto do Hospital Carlos Chagas, em Guarulhos, SP. Ainda segundo ele, as pessoas com mais debilitada, como idosos e portadores de enfermidades crônicas, e aquelas com imunidade imatura, no caso, crianças, são as mais atingidas. No entanto, também são muito vulneráveis pacientes que usam medicamentos que deprimem a imunidade, por exemplo, quimioterápicos e corticóides. "Os fumantes têm risco ampliado, já que ao fumar há a agressão das vias aéreas, que comprometem suas estruturas de defesa", explica o especialista. Entre as enfermidades mais frequentes durante o , pode-se destacar a gripe. Para tentar diminuir o número de infectados, o ministério da saúde vai distribuir cerca de 42,9 milhões de doses da vacina contra essa doença em 65 mil postos de atendimento de saúde, entre 15 e 26 de abril. Segundo o Dr. Silva, as pessoas devem ser estimuladas a se vacinar, sobretudo, idosos, gestantes e portadores de doenças crônicas. A vacinação tem diminuído muito a incidência dessa enfermidade. No entanto, vale ressaltar, ela não torna o indivíduo imune a todos os tipos de . Em geral, é preparada com base nas variantes mais comuns. Então, se uma pessoa tiver contato com uma variedade do vírus para a qual não recebeu imunização, a doença pode se desenvolver. Outro detalhe está relacionado à confusão que existe na identificação de gripe e . "Muitos consideram ambas como sendo a mesma enfermidade, mas não é. A gripe é causada pelo vírus influenza e tem sintomas mais fortes, com febre alta, dor no corpo, dor de cabeça e prostração, além de tosse e coriza. Alguns casos podem evoluir e se tornar muito graves, com inflamação dos pulmões e grande dificuldade para respirar. Enquanto o resfriado costuma ser mais brando. Pode haver ou não febre, sendo comum que o doente tenha tosse, coriza, obstrução nasal e dor de garganta. É causado por vários tipos de vírus como o rinovírus, adenovírus, coronavírus e vírus sincicial respiratório", explica o médico. Confira a seguir algumas recomendações para reduzir os riscos de contrair . - Hábitos eficazes de higiene, como lavar frequentemente as mãos, evitar levar as mãos "sujas" aos olhos, ; lavar as mãos antes de manusear alimentos; usar lenços descartáveis para limpar e assuar o nariz; cobrir a boca ao tossir etc. - Pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças mais novas e doentes, devem evitar grandes aglomerações. - As roupas devem ser adequadas à temperatura. Quando estiver mais frio, é recomendado se agasalhar melhor. - Aqueles que apresentam sintomas, como , febre, falta de ar e corrimento nasal, devem procurar o serviço médico para tratamento e orientação, o que pode evitar a disseminação. - Há vacinas, como a da , que reduz sensivelmente a chance de desenvolver a doença. Elas devem ser tomadas, principalmente, por populações de risco. Por Marisa Walsick (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[4 mitos sobre a osteoporose]]></title>
			<link>http://maisequilibrio.terra.com.br/4-mitos-sobre-a-osteoporose-5-1-4-531.html</link>
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			    <media:description><![CDATA[4 mitos sobre a osteoporose]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ Você sabia que de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a está atrás apenas das doenças cardiovasculares como principal problema de saúde mundial? A famosa doença causa problemas sérios à saúde, já que diminui o cálcio nos ossos, levando à degradação e redução da estrutura óssea, propiciando fraturas. Por isso, é fundamental preveni-la. "A osteoporose é a doença óssea mais comum em homens e mulheres, após a quinta década de vida, pode surgir antes, mas o seu desenvolvimento é mais comum com o avançar da idade. Apostar na orientação e na disponibilização de informações sobre a doença é muito importante", conta o Dr. Sérgio Lanzotti, reumatologista consultor da Netfarma e diretor do Iredo (Instituto de e Doenças Osteoarticulares). Além disso, vale mencionar que, segundo uma pesquisa sueca publicada recentemente, as mulheres que entram na precocemente são quase duas vezes mais propensas a sofrer desse mal. No entanto, como já informado pelo Dr. Lanzotti, não se trata de uma enfermidade exclusiva do sexo feminino. Os sintomas são silenciosos. Por isso, é muito importante fazer exames periódicos para não descobrir tarde demais. "A doença pode fraturar um simplesmente tossindo, espirrando ou mudando de posição bruscamente. Muitos pacientes só tomam consciência da gravidade, após levar um susto", ressalta o médico. E ao contrário do senso-comum, a doença não atinge somente idosos. "Na verdade, ela é o produto final de um processo longo e gradual que afeta todos os adultos a partir do final da adolescência. É preciso saber que os indivíduos atingem o pico de entre 20 e 25 anos. Depois, em algum momento entre 30 e 40 anos, dependendo da dieta, dos exercícios e de outros fatores que mantêm os ossos fortes, há o início da perda de massa óssea." Na verdade, a osteoporose é um mal cheio de mitos. A seguir o Dr. Lanzotti fala sobre alguns deles. Embora a incidência seja maior no sexo feminino, os homens não estão imunes à doença. De acordo com as estatísticas, após os 50 anos, uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens sofrerão uma . "Ela é mais comum nas mulheres por conta dos ossos serem mais leves e finos e também porque, no período da menopausa, o organismo feminino sofre uma deficiência de estrogênio, hormônio que influencia na saúde das células ósseas." O consumo de laticínios integrais ou desnatados é recomendado na prevenção, por serem importantes (elemento essencial para a saúde óssea). No entanto, espinafre, couve, sardinha, aveia, nozes e gergelim também possuem. Além disso, pode-se apostar em suplementos para combater o déficit de cálcio no organismo em casos específicos e com receita médica. A prática de atividades físicas é essencial em todas as fases da vida. Exercícios aeróbicos e de força previnem e combatem a , desde que sejam feitos sem exageros e sob orientação. Além disso, portadores da doença devem se dedicar a exercícios de baixo impacto e treinos personalizados para prevenir fraturas. Ela deve acontecer ao longo da vida, pois a começa a ser fortalecida na infância e seu pico ocorre por volta dos 20 anos de idade. Alimentação saudável, prática regular de atividades físicas e exposição solar adequada são recomendadas para fortalecer as células ósseas. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabaco é prejudicial, devendo ser evitado sempre. Por Marisa Waslsick (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[7 sinais que indicam a necessidade de visitar seu dentista]]></title>
			<link>http://maisequilibrio.terra.com.br/7-sinais-que-indicam-a-necessidade-de-visitar-seu-dentista-5-1-4-530.html</link>
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			    <media:description><![CDATA[7 sinais que indicam a necessidade de visitar seu dentista]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ Há quanto tempo você não visita o seu dentista? Se não tem ideia, definitivamente, é hora de marcar uma consulta. Afinal, não é preciso estar com dor de dente para ir ao . Na verdade, existem fatores, além desse incômodo mais evidente, que indicam a necessidade de ir com urgência ao consultório. "Ainda existe muita gente que tem receio de sentar na cadeira do dentista, principalmente, por medo de sentir dor. O ‘motorzinho’ assusta. Mas, hoje, os consultórios são ambientes agradáveis e cercados de tecnologias que aliviam a tensão do paciente e possibilitam que o trabalho seja o mais perfeito possível. Essa associação de dor e ficou no passado", conta o Dr. Ruy Hizatugu, especialista em endodontia e professor da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, em São Paulo. Segundo ele, para evitar problemas comuns, como simples ou canal, crianças e adultos devem visitar o dentista, pelo menos, duas vezes ao ano. No entanto, se tiverem problemas que necessitam de acompanhamento, o profissional de sua confiança irá determinar a regularidade. Mas, vale ficar atenta aos sete sinais abaixo indicados pelo Dr. Hizatugu, para, se necessário, antecipar sua ida ao consultório. "Um levantamento do Departamento de Saúde Pública dos Estados Unidos revelou que os estudantes perdem mais de 51 milhões de horas-aula ao ano por causa de . De fato, a dor de dente costuma ser tão pouco suportada por jovens e crianças que, quando não faltam à escola, não conseguem prestar atenção na matéria. A cárie é a causa mais comum de dor de dente, piorando conforme o nervo do dente fica mais exposto." "Se persistir por mais de dois ou três dias, o sangramento deve ser investigado. Geralmente, ocorre quando a pessoa coloca muita força na escovação. Mas, as principais causas incluem , traumas, distúrbios hemorrágicos, próteses móveis mal ajustadas e doenças como a leucemia e o escorbuto." "Elas podem ter várias causas. Desde as mais simples, como quando há o aparecimento de e do herpes labial até as que sugerem algo mais complexo. Infecções por bactérias, vírus ou fungos devem ser investigadas, assim como as leucoplasias (manchas ou placas esbranquiçadas mais frequentes em fumantes de cigarro, charuto e cachimbo e em pessoas que abusam do álcool). A propósito, a associação de ambos potencializa o surgimento desse tipo de lesão." "Bebidas quentes ou geladas podem provocar dor em pessoas com hipersensíveis. Isso pode resultar de cáries, dentes fraturados, doenças na gengiva, esmalte desgastado ou uma raiz exposta. O tratamento levará em conta a causa do problema e o grau de sensibilidade." "Quando o paciente sente dores persistentes durante a , deve procurar um dentista sem demora para chegar ao diagnóstico correto do problema. Esse tipo de sintoma pode estar associado a doenças como sinusite, artrite, gengivite, bruxismo ou ainda a uma disfunção da articulação temporomandibular." "Com o aumento da expectativa de vida e a incorporação de novos hábitos alimentares, os dentes estão sendo cada vez mais exigidos. Como os dentes trincados ou fraturados apresentam sintomas diversos, é importante procurar um especialista na presença de dor localizada, ao mastigar e ao entrar em contato com bebidas muito quentes ou frias. Esse tipo de diagnóstico depende em grande parte da regularidade das visitas ao , pois o desconforto vem e vai e nem sempre o problema é visualizado no raio-X." "Esse tipo de problema também é bastante comum e geralmente se manifesta quando há um acúmulo de pus em torno da raiz do (resultado de uma infecção bacteriana). O tratamento consiste em drenar a secreção e limpar e desinfetar a cavidade pulpar. Em casos muito graves, a extração do dente pode ser necessária." Clique aqui para saber quanto você precisa emagrecer e comece agora mesmo sua reeducação alimentar! Por Marisa Walsick (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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			<title><![CDATA[Você sabe o que é o lúpus?]]></title>
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			    <media:description><![CDATA[Você sabe o que é o lúpus?]]></media:description>
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			<description><![CDATA[ O lúpus ou mais exatamente (LES) é uma doença pouco conhecida. Em algumas situações, ela acaba ficando em evidência, como quando a apresentadora Astrid Fontenelle divulgou sua luta contra a enfermidade, mas, em geral, ainda é algo distante da maioria dos brasileiros. De acordo com o Dr. Sergio Bontempi Lanzotti, reumatologista e diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo), o lúpus é uma , o que significa que o sistema imunológico do corpo ataca equivocadamente o tecido saudável. A longo prazo, isso leva à formação de uma inflamação crônica. "Os sintomas variam de pessoa para pessoa e podem ir e vir. Quase todos com LES apresentam e inchaço. Alguns desenvolvem artrite. As articulações frequentemente afetadas são as dos dedos, das mãos, dos pulsos e dos joelhos", explica o Dr. Lanzotti, destacando que outros sinais também podem se manifestar. Dentre eles, é possível citar dor no peito em uma respiração mais profunda; fadiga; febre sem causa aparente; desconforto geral, inquietação ou mal-estar; perda de cabelo; feridas na boca; sensibilidade à luz solar; (uma "borboleta" sobre as bochechas e na ponte do nariz, havendo piora na luz solar); e inchaço dos gânglios linfáticos. Outros sintomas dependem da parte do corpo afetada. Cérebro e sistema nervoso: dores de cabeça, dormência, formigamento, convulsões, problemas de visão e alterações de personalidade. Aparelho digestivo: dor abdominal, náuseas e vômitos. Coração: ritmos cardíacos anormais (arritmias). Pulmões: tosses com sangue e dificuldade para respirar. Pele: irregularidade na cor da pele, com os dedos mudando de tonalidade com o frio (). Segundo o reumatologista e diretor do Iredo, a causa das doenças autoimunes não são totalmente conhecidas. E completa: "O , especificamente, é muito mais comum em mulheres do que em homens. Pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas aparece com mais frequência em pessoas entre as idades de 10 e 50 anos." Por ser uma enfermidade autoimune não há contágio e não existe cura. O Dr. Lanzotti diz que o objetivo do tratamento é basicamente controlar os sinais. Em sua forma mais branda, pode ser combatida com anti-inflamatórios não esteróides para tratar a artrite e a pleurisia (inflamação das pleuras pulmonares); cremes de corticosteróides para as erupções cutâneas; hidroxicloroquina (uma droga contra a malária) e baixas doses de corticosteróides para os sintomas de pele e ; e uso de óculos escuros e protetor solar quando há exposição ao sol. "Sintomas potencialmente fatais, tais como anemia hemolítica do coração, envolvimento pulmonar, doença renal ou comprometimento do sistema nervoso central, muitas vezes, necessitam de procedimentos mais agressivos realizados por especialistas. O tratamento para o lúpus em sua forma mais grave pode incluir doses elevadas de corticosteróides ou medicamentos para diminuir a resposta do ; e medicamentos citotóxicos, caso não haja melhora com corticosteróides ou os sintomas piorem quando o paciente para de tomá-los", acrescenta o especialista. Ainda de acordo ele, para ser diagnosticada com , a pessoa deve ter entre 4 e 11 sinais típicos da doença. "Um reumatologista irá realizar o exame físico e ouvir o peito do paciente com um estetoscópio. Um som anormal chamado de atrito do coração ou atrito pleural pode ser ouvido. Além disso, um exame do sistema nervoso também será feito. Para diagnosticar o LES, podem incluir testes de anticorpos, abrangendo antinuclear do anticorpo painel (ANA); CBC; radiografia de tórax; biópsia renal; e exame de urina", detalha o médico, dizendo que também é possível ter outros exames com os resultados alterados. Com o diagnóstico confirmado, além do tratamento e acompanhamento médico constante, é importante acrescentar algumas ações no dia a dia. O Dr. Lanzotti afirma que é fundamental adotar cuidados preventivos em relação à saúde cardíaca; manter a carteira de vacinação em dia; verificar se não tem osteoporose; e fazer terapia ou buscar grupos de apoio para ajudar a aliviar a depressão e as alterações de humor que ocorrem em decorrência da doença. "O paciente que tem pode ter uma vida normal depois de diagnosticado, desde que o acompanhamento reumatológico e o tratamento sejam seguidos à risca", finaliza o médico. Clique aqui para saber quanto você precisa emagrecer e comece agora mesmo sua reeducação alimentar! Por Fernanda Oliveira (MBPress)]]></description>
			<author><![CDATA[camila  ]]></author>
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